
Mais uma vez sentiu aquela brisa fresca levantando seu cabelo, então decidida resolveu seguir e foi para casa.
Já lá se encontrava Raquel aconchegada, então preparei-lhe um chocolate quente e sentei-me ali a fazer-lhe companhia.
Raquel estava com um ar muito estranho e pensativo, e foi nesse momento que resolvi perguntar-lhe o que se passava:
- Raquel meu amor, porque estas com um ar tão pensativo? – E lá continuava ela a olhar para o vazio sem responder à minha pergunta, como se não estivesse ali. Resolvi esperar alguns instantes para ver se ela dizia algo. Repentinamente, ela disse-me algo que já se esperava:
- Vó, eu queria saber porque é que todos temos que crescer! Não podemos ficar pequenos?
- Minha filha, sabe há perguntas que nos põem a pensar por muito tempo mesmo que não queiramos. Olha, vou te dar um exemplo, já vistes aquelas folhas secas que estão a cair daquelas árvores? – Apontando para a janela lhe mostrei uma árvore a perder as suas folhas.
- Sim vó, estou a ver, mas o que elas respondem à minha pergunta? – Perguntou com um ar muito confuso.
- Tem muito que explicar aquelas folhas. Bem! Imagina que tu és uma daquelas folhas, e que te chamas folhinha Raquel. A tua vida tem quatro estações (…) – tentando prosseguir com minha explicação, fui interrompida por ela:
- Oh avó, explica tudo de uma vez só, já não seio que pensar! – Disse com uma expressividade muito engraçada, característica dela.
- AHAHAH(…) – Ri-me até não poder mais. – Mas minha filha, tem que ser contado da melhor forma possível para poderes perceber alguma coisa.
- Eu só quero saber a resposta, estou confusa, parece que estas a falar chinês para mim!
- Vou te explicar tudo de forma a ficares bem esclarecida, mas tens que prometer que me ouves sem interromper. Estamos entendidas?
- Claro avó, tens toda a razão.
- Muito bem! Cá vamos nós continuar o que deixamos a meio.
A folhinha Raquel vai nascer na primavera sendo muito pequenina e frágil, mas ao mesmo tempo cheia de vida, assim como tu minha linda. Depois como essa folhinha “comeu” muito oxigénio teve que crescer, tornando-se numa jovem e bela folha, mas com o passar do tempo essa bela folha foi amadurecendo e mudando a sua cor para castanho como aquelas que estão lá fora. Por fim a folhinha Raquel, que já não é mais folhinha, cai da árvore para dar vida a outra folhinha.
- Mas avó, as folhas caem muito depressa. Então e porque ainda estas viva?
- Essa pergunta é muito interessante de facto. Pois é, mas o ser humano vive muitos anos pois tem a capacidade para tal.
- Que interessante avó é muito bom viver, eu gosto muito.
Já lá se encontrava Raquel aconchegada, então preparei-lhe um chocolate quente e sentei-me ali a fazer-lhe companhia.
Raquel estava com um ar muito estranho e pensativo, e foi nesse momento que resolvi perguntar-lhe o que se passava:
- Raquel meu amor, porque estas com um ar tão pensativo? – E lá continuava ela a olhar para o vazio sem responder à minha pergunta, como se não estivesse ali. Resolvi esperar alguns instantes para ver se ela dizia algo. Repentinamente, ela disse-me algo que já se esperava:
- Vó, eu queria saber porque é que todos temos que crescer! Não podemos ficar pequenos?
- Minha filha, sabe há perguntas que nos põem a pensar por muito tempo mesmo que não queiramos. Olha, vou te dar um exemplo, já vistes aquelas folhas secas que estão a cair daquelas árvores? – Apontando para a janela lhe mostrei uma árvore a perder as suas folhas.
- Sim vó, estou a ver, mas o que elas respondem à minha pergunta? – Perguntou com um ar muito confuso.
- Tem muito que explicar aquelas folhas. Bem! Imagina que tu és uma daquelas folhas, e que te chamas folhinha Raquel. A tua vida tem quatro estações (…) – tentando prosseguir com minha explicação, fui interrompida por ela:
- Oh avó, explica tudo de uma vez só, já não seio que pensar! – Disse com uma expressividade muito engraçada, característica dela.
- AHAHAH(…) – Ri-me até não poder mais. – Mas minha filha, tem que ser contado da melhor forma possível para poderes perceber alguma coisa.
- Eu só quero saber a resposta, estou confusa, parece que estas a falar chinês para mim!
- Vou te explicar tudo de forma a ficares bem esclarecida, mas tens que prometer que me ouves sem interromper. Estamos entendidas?
- Claro avó, tens toda a razão.
- Muito bem! Cá vamos nós continuar o que deixamos a meio.
A folhinha Raquel vai nascer na primavera sendo muito pequenina e frágil, mas ao mesmo tempo cheia de vida, assim como tu minha linda. Depois como essa folhinha “comeu” muito oxigénio teve que crescer, tornando-se numa jovem e bela folha, mas com o passar do tempo essa bela folha foi amadurecendo e mudando a sua cor para castanho como aquelas que estão lá fora. Por fim a folhinha Raquel, que já não é mais folhinha, cai da árvore para dar vida a outra folhinha.
- Mas avó, as folhas caem muito depressa. Então e porque ainda estas viva?
- Essa pergunta é muito interessante de facto. Pois é, mas o ser humano vive muitos anos pois tem a capacidade para tal.
- Que interessante avó é muito bom viver, eu gosto muito.
(...)

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